Diário de Campanha das Aventuras em Valansia #3

Dia 09 da Lua da Colheita de 81 D.C.

Dois novos aventureiros se integraram ao nosso grupo, Geraldo e Jace. Eles também foram enviados por Eládrian, mas, assim como Malakar, quando chegaram à Vila Auroque, nós já havíamos saído. Por sorte, todos conseguimos nos encontrar no acampamento que Berthaline começou a montar para servir de abrigo próximo à entrada da tumba.

Logo após derrotarmos os esqueletos (relato da minha última entrada no diário), o grupo continuou a explorar a ampla sala onde se deu o combate. Anexa a essa sala, havia uma outra bem menor, com uma estátua do que parece ser alguma divindade já esquecida de uma civilização antiga do povo sibilante. Um dos novos integrantes, o Jace, por sorte sabia ler sibilante e identificou que essa divindade responde, pelo visto, pelo nome de Thur-Amon.

Mas essa nem é a parte mais legal. Investigando essa saleta, eles descobriram uma passagem secreta atrás da estátua que levava para outra parte da tumba. Essa parte oculta já parecia mais bem trabalhada, com o chão de pedra ladrilhada e estátuas de pedra postadas ao longo dos corredores. Deve ter sido uma parte importante da tumba.

Logo no começo do corredor que encontramos do outro lado da passagem, eles acharam outra passagem secreta atrás de uma das estátuas de pedra (parece ter um padrão aí?), que parecia levar a uma espécie de guarita. Lá, encontramos umas armas velhas e um monte de móveis quebrados.

Seguindo pelo corredor, nos deparamos com uma grande sala hexagonal com um poço no meio. Começamos a investigar essa sala, mas, assim que Barlad se aproximou do poço, duas mãos mumificadas saltaram lá de dentro e o atacaram. Foi um combate intenso; as mãos conseguiram pular no pescoço do pessoal e estrangulá-los. Conseguimos derrotá-las, mas saímos com alguns feridos.

Claro que o pessoal quis dragar o fundo do poço para ver o que mais tinha ali, o que foi uma boa ideia, pois havia itens interessantes lá no fundo. Só que também havia outras partes da múmia. O pessoal "pescou" a cabeça da múmia, que não parecia nem um pouco feliz. Parece que querem guardá-la de recordação, como uma espécie de animal de estimação macabro. Confesso que achei bem legal.

Resolvemos parar por aí e voltar para o acampamento. Como o pessoal está bem ferido, provavelmente vamos voltar para a cidade a seguir. Devo ter mais relatos em breve.